terça-feira, 15 de julho de 2025

DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL ATINGE 1% DA POPULAÇÃO DETENDO 61% DE TODA NOSSAS RIQUEZAS; UM CANCER PRA NOSSA ECONOMIA.


E TARAUACÁ?

Isso representa menos poder de compra, menos consumo, menos poupança, menos investimentos e maior pobreza, maior numero de desempregados, maior índice de violência, etc. e consequentemente o subdesenvolvimento econômico do País, dos Estados e dos Municípios

brasileiros.

Trazendo isso para Tarauacá que tem uma população de 45.000 habitantes, baseado nos dados supracitados, ou seja, 1% da nossa população, essa desigualdade social chega a 450 pessoas com 61% das nossas riquezas, enquanto 44.550 da população vive à mercê da sorte.

Essa situação, só quem pode mudar com mais facilidade seria os prefeitos, pois o governo federal sofre grande pressão da elite Farias Lima quando o caso é a transferência de renda de quem tem mais para quem tem menos através de projectos sociais e a taxação de imposto para quem tem mais, já que eles são isentos de muitos impostos que não são taxados em natividades que só eles ricos fazem.

Porém através de um PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO para o MUNICÍPIO ajustado e fundamentado na TEA, e nas observações do trabalho contra o imperialismo inglês na época da Índia colônia da Inglaterra por Marat Gandhi, colocado em pratica pelo gestor dos municípios, podemos diminuir a desigualdade social e provocar o desenvolvimento Económico acelerado nos municípios sem a interferência da ELITE FARIAS LIMA. (A rua no centro de São Paulo que representa o sistema financeiro do País e da grande elite brasileira que dita as regras do mercado, ou seja, o sistema nervoso do mercado brasileiro)

quinta-feira, 26 de junho de 2025

EM ALGUM PONTO DESSE PAÍS, TEM QUE SE INICIAR UMA REVOLUÇÃO POLITICA ECONOMICA E SOCIAL.


Em detrimento de suporte financeiro a parte empírica da TEA (Teoria do Enriquecimento Acelerado) na visão Macroeconômica que beneficiara os 5.573 municípios brasileiros após a comprovação da sua eficaz no contexto do Desenvolvimento Econômico e Social dos mesmo e ao mesmo tempo a elevação de patamar do Brasil no cenário econômico internacional.

Porem isso não ocorreu ainda, porque estamos em um país a onde as autoridades políticas em seus três níveis: Municipal, Estadual e Nacional não valoriza os esforços dos seus pesquisadores, diferentemente das outras nações, o que torna o Brasil um eterno GIGANTE adormecido, por falta de recurso ou a sua burocracia pra chegar até lá., quando se trata de financiar pesquisa cientifica.

Por isso tive que passar todo esse tempo, dentro das minhas condições financeiras que não são grande, iniciar a infraestrutura na formação do conjunto dos fatores e agentes econômicos, como a base necessária para o emprego na pratica da TEA (Teoria do Enriquecimento Acelerado) na visão Macroeconômica que terá o Bairro do Triangulo como protótipo onde teremos um recorte dos benefícios para a sociedade organizada dentro do seu sistema politico de governo e toda coletividade de uma forma geral.

Então, fica aqui aberto a qualquer autoridade política do Município ou do Estado que estão mais próximo do projeto para contribuir de alguma forma, caso queira para que possamos abreviar o tempo da sua comprovação.

Dessa forma será inaugurada no dia 02 de julho de 2025 na Rua Isaura Borge n. 210 no bairro do Triangulo às 19 horas, a sede do primeiro agente administrativo e econômico: ARBT (Associação dos Residentes do Bairro do Triangulo). Como pessoa jurídica que representara o protótipo com stato de Prefeitura na questão administrativa e stato de País quando se tratar de políticas econômica e monetária de acordo com o seu Estatuto no artigo quarto, que deixa claro o seu objetivo dentro da pesquisa cientifica no que concerne à parte empírica da mesma.

É PRECISO E SE FAZ NECESSÁRIO A GESTÃO PÚBLICA ATRAIR CAPITAL PARA INVESTIMENTO EM TK CITY PARA O SEU DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.



Para que aja desenvolvimento econômico no Município é preciso se fazer grandes investimentos tanto em estruturas, como em fomento e para isso é preciso que a gestão publica atraia capital de fora, como também motive a mobilização da sociedade local a querer participar diretamente desse desenvolvimento econômico com um capital coletivo, através de uma poupança interna dos seus cidadãos.

E isso só será possível com a construção de um plano de governo para desenvolvimento econômico por parte da gestão Municipal onde busque o entrelaçamento de todos os setores produtivos, como: primário, secundário e o terciário.

Começando pela estrutura, como por exemplo: Implantar agroindústria no município. Nesse caso é preciso que construa primeiro uma área que posamos chamar de Parque industrial, Centro industrial ou Polo industrial pelo poder público, seja ele Municipal, Estadual ou os dois em parceria que chamamos de estrutura física e os incentivos fiscais dados pelo município, assim como também pelo o Estado para que desperte o interesse das empresas de fora, a se estabelecerem aqui ou mesmo ser criadas empresas com capital local.

Será uma verdadeira revolução Econômica e Social, não só no Município, como também no Estado, onde movimentará desde o setor rural fornecendo matéria prima, como o setor urbano gerando emprego exportação e renda para toda sociedade Tarauacaense.

Basta acreditar, correr atrás e colocar em pratica que o sonho acontece para todos....

segunda-feira, 23 de junho de 2025

RAIO X DA AGRICULTURA DE TK CITY E SUAS PESPECTIVAS FUTURISTAS



Pra dizer a verdade , uma agricultura SEM LENÇO E SEM DOCUMENTO, por ser Tarauacá um município que tem uma economia fundamentada no setor primário, pode se afirmar que vai de mal a pior, pois com uma agricultura de subsistência que não consegue abastecer nem se quer o mercado interno, já que mais de 70% dos produtos de origem agrícolas vem de fora e o pior de tudo não consegue fixar o homem na terra, promovendo o êxodo rural dos pequenos e médios agricultores que não conseguiram transformar-se em pecuaristas. Isso traz consigo o envelhecimento e até a escassez da mão de obra rural que migra pra cidade em busca de novas oportunidades, deixando o campo vazio e transformando hoje em um grande problema econômico e social para a nossa economia do Município.

Sem técnica e sem tecnologia, desorganizada e desamparada pelos poderes público durantes anos, a nossa agricultura padece e agoniza nos seus dias cada vez mais difícil.

Esse é o RATO X da nossa agricultura

Quanto as perspectivas futuristas são sombrias, já que até agora, ainda não se viu falar em nenhum PLANO DE GOVERNO da gestão atual através da sua secretaria de Agricultura Municipal nos seus primeiros 6 meses e nem a nível de governo estadual no seu segundo mandato no Acre para Tarauacá.

O que precisamos para ter uma Agriculturas robusta em nosso Município passa primeiro pela sua organização estrutural com politicas publicas direcionada para o setor agrícola em um plano de governo do Município com regras bem definidas, com uma fiscalização eficaz para que os objetivos do plano não sejam desviados do seu curso preestabelecidos na sua construção original.

Então fica a dica para a gestão pública atual: qualquer Município, Estado ou Nação sempre foi e será assim, o desenvolvimento econômico começa primeiro por uma agricultura estruturada, robusta e organizada a partir de um plano de governo estabelecido e colocado em prática dentro da sociedade.

quarta-feira, 18 de junho de 2025

TARAUACA TEM UM GRANDE POTENCIAL ECONÔMICO DENTRO DO ECOTURISMO E ÉTNICO TURISMO A SER EXPLORADO. SÓ DEPENDE DA GESTÃO PÚBLICA.


Os Deuses da riqueza deram a Tarauacá o que não deu aos outros Municípios ¸como também ao Acre o que não deu aos os outros Estados irmãos.

Tarauacá tem o maior número de Etnias de indígenas em seu território dentro do Brasil e consequentemente o Estado do Acre também o maior numero entre os outros Estados.

Juntando se a tudo isso, belas praias, áreas de vazias dentro da floresta, lagos, rios, florestas densas e abertas para ser contempladas pelos gringos e até mesmo por outros Estados co irmão.

Olhando para esse cenário podemos perceber quantos milhões de Dólares, Euros até mesmo de reais estamos deixando de ganhar, já que o turismo é a maior indústria do mundo em termos de atividade econômica, sem falar na geração de milhares de emprego direto e indireto essa atividade econômica proporciona.

E por que isso não acontece?

Porque a iniciativa privada para alocar seus recursos em um determinado seguimento da economia é preciso que a gestão pública, tanto a nível Municipal, como estadual faça a sua parte, ou seja, criem as estruturas necessárias para o estabelecimento de empresas pautadas em um projeto de desenvolvimento econômico para o município, assim como alguns incentivos fiscais através de politicas publicas que venha beneficiar os seus municípios, hoje já existem em média de 300 entidades de cunho financeiro nacionais e internacionais com recursos destinados para o ecoturismo e étnico turismo onde as taxas de juros são baixíssimo e até negativa ou a fundos perdidos.

Já temos alguns pontos positivos ao nosso favor para a implantação desta atividade, como: A melhor rede hoteleira dos municípios do Estado do Acre e algumas atividades desse porte que já acontece em algumas das nossas aldeias indígenas na época dos seus festivais da cultura indígena.

Então, torna-se necessário que a gestão publica aproveite a nossa posição geográfica privilegiada, onde os olhos do mundo inteiro estão voltados para a floresta Amazônica, a onde nos encontramos pela questão ambiental e do desenvolvimento sustentável.

Então fica a dica;

Que a nossa gestão publica municipal através das suas secretarias de Meio Ambiente e a de Cultura em parceria de acordo com o seu plano de governo para o desenvolvimento econômico e social de Tarauacá elaborado e registrado no período eleitoral e coloque em pratica e se possível traga a passearia do Estado.

Por Edson Economista

quarta-feira, 28 de maio de 2025

POSSEIRO: A TRAVE OU A SOLUÇÃO? PARA O DESENVOLVIMENTO ECONOMICO DE TK CITY.


Trabalhador rural

Com certeza nesse momento a trave, porém isso pode mudar de polaridade já que 80% das propriedades não são documentadas, travando o acesso dos posseiros (pessoas que moram em terras não legalizadas) as linhas de créditos do pronafs e ao mesmo tempo a falta de politicas publicas direcionadas para o setor primário (Agricultura, extrativismo, pecuária, etc.) pela gestão pública através das suas secretarias especiais ou afins dentro do seu plano de governo estabelecido no processo eleitoral, já que o nosso município tem uma economia embasada no setor rural .

Sabendo-se que toda Nação, Estado ou Município a Priore, o desenvolvimento Econômico vem pelo setor primário a onde se cria riquezas, enquanto os outros setores transformam as riquezas.

Mas se o governo Municipal dentro das suas atribuições administrativas criar uma estrutura econômica própria de captação de recursos dentro da própria sociedade tarauacaense a ser alocada como uma forma de investimentos no setor primário com regras bem definidas, livre da influência da taxa Selic, com taxas de juros baixa, menor do que a de mercado ou ate negativada de acordo com o desempenho de cada posseiro como forma de incentivo a produzir muito mais usando esse tripe: crédito, técnicas e tecnologia) tendo como garantia desses recursos aplicados, uma politica fiscal constante e eficaz junto aos posseiros com orientações precisas em uma produção coletiva usando novas técnicas agrícolas e tecnologia que esteja ao nosso alcance dentro de um sistema de produção ciclonizado e equilibrado em todas as etapas das cadeias produtivas a ser trabalhadas.

Assim faremos de Tarauacá um celeiro regional de alimentos e consequentemente uma economia robusta comparadas a outras da região.

sexta-feira, 23 de maio de 2025

O RERLÓGIO DA CREDIBILIDADE POLITICA NÃO PÁRA...

 


 Após uma eleição ganha, vem o cansaço, a explosão da alegria, junto a tudo isso os beijos e abraços e até mesmo os desabafos com freses como: graças a Deus, chegamos lá...

 Janeiro chega com as expectativas lá em cima, em alta, pois agora se trata dos famosos primeiros 100 dias...

  É hora de dividir o bolo com todos aqueles que os ajudaram a construir... porém é nesse momento que muitos ficaram felizes por não ter trabalhado na construção do bolo, mas ele está lá, por uma ponte de um parente, por uma exigência de um vereador e até por uma boa amizade de um amigo. Enquanto isso muitos daqueles que passaram fome, noites a dentro sem dormir, brigaram com os seus familiares, e até choraram por uma causa que nem era deles, porém nem foram convidados para a sentarem na mesa para olhar o bolo, o qual o ajudou a construir, quanto mais comer dele.

Mais tudo isso tem que acontecer dentro dos 100 dias, as vezes uma tolerância de alguns dias a mais.

 E agora os 100 dias já se passaram e todo mundo tem que seguir o seu rumo, mesmo aqueles que não foram contemplados, deixando para trás seus ressentimentos e a certeza de um acerto de contas para daqui a 4 anos.

Mais depois dos 100 dias, virá na sequência um outro prazo tão importante quantos os primeiros 100 dias que são os primeiros 6 meses de gestão onde os prefeitos terão a oportunidade de se redimir perante aqueles que estiveram nas suas fileiras na hora da batalha e hoje estão desgarrados do seu grupo.

E nesse momento ainda em um estado de êxtase, mesmos aqueles que voltaram contra e até os excluídos do bolo, esperam um choque econômico no município , onde surgiram os empregos na iniciativa privada e oportunidades de negócios para a população em geral puxado por politicas publicas e projetos de inovação na área econômica do município pelas gestões publica (Prefeitos) que devera estar nos seus planos de governos, no papel e não nas mentes deles dentro desses primeiros 6 meses, passando disso ai, a CREDIBILIDADE  dos prefeitos entra no início de um  processo de alto se consumir até atingir um estagio profundo, ou seja, do proverbio do OURO EM PÓ, onde depois disso , pode mostrar ouro em pó que ninguém mais acredita.

E agora voltando para a nossa realidade prefeito, já que estamos a 1 mês e 10 dias para encerrar o ciclo dos primeiros 6 meses o que se tem no papel, ou seja, de concreto no seu plano de governo no que concerne a estrutura administrativa que represente o Desenvolvimento Economico, como por exemplo: uma secretaria especifica da área econômica ou afim e suas diretrizes especificas, com seus projetos e políticas públicas direcionadas para a economia do nosso município.

Caso isso exista, que seja levado ao conhecimentos de toda a população em geral, através dos nossos meios de comunicações ou por algum órgão dessa administração responsável pela divulgação dos atos administrativos dessa gestão. Do mesmo modo que seja feito, caso contrario, isso não existe.

  Escrito por Economista Professor Edson

quarta-feira, 21 de maio de 2025

UMA CÂMARA PROPOSITIVA, FAZ A DIFERENCIA, QUANDO SE TRATA DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICO.


O poder legislativo municipal, na maioria das vezes não usa o seu poder de propor em favor de políticas econômica direcionadas a favorecer aqueles que lhes confiaram o voto, dando-lhes os mandatos, buscando o desenvolvimento econômico e social do município, principalmente quando o gestor (prefeito) não o faz, é dever da câmara municipal propor e encaminhar projetos na área econômica com os objetivos de desenvolver a economia do município e favorecer a população com geração de empregos e o aumento da receita municipal, entre outras beneficias, através da arrecadação tributária, fonte de recurso do governo para alocar esses recursos nas atribuições da administração publica de acordo com o seu orçamento.

Geralmente isso não acontece porque na maioria das câmaras por esse Brasil a fora, são: incompetentes, alienadas ao executivo, corruptivas, falta de vontade política e desunião entre seus membros, já que os trabalhos de uma câmara é um trabalho de equipe e não individual, ou todas essas citações juntas.

Fazer indicações, fiscalizar o executivo, legislar na criação de novas leis que se faz necessária, aprovar ou desaprovar projetos etc, tudo isso faz partes das atribuições legais perante a lei, porém, mais de nunca, uma câmara deve propor projetos na área econômica e social como já foi supracitado e não se limitar a fazer só indicações.

E diante dessas narrativas, qual o tipo de câmara que nos temos aqui[ST1] ?

Uma câmara propositiva! Assim todos nós esperamos, porem precisamos vermos essas manifestações na pratica, através dos anúncios dos projetos feitos, aprovados e encaminhado para o executivo nos meios de comunicações e executados pelo nosso gestor municipal.

quarta-feira, 14 de maio de 2025

TK CITY: POR ONDE COMEÇA A NOSSA DECADENCIA ECONÔMICA


TK CITY: 
POR ONDE COMEÇA A NOSSA DECADENCIA ECONÔMICA

Pelo setor primário, onde se encontra todas as raízes de todo caos social que ocorre na zona urbana, pois é lá na zona rural que encontramos um exército de famílias desassistidas em todos os seguimentos de uma vida econômica e social, começando por uma Educação que ao invés de fixar o homem ao campo, faz expulsá-lo, já o que se aprende nas escolas rurais, seja ela do Município ou do Estado, os conhecimentos cognitivos não se aplica nem 10% no campo o que leva as famílias virem a se aventurarem na cidade sem estrutura em busca da sorte,  aumentando ainda mais o número de desempregados, impactando mais ainda essas famílias com uma series de outros problemas sociais que não desejo mencioná-los aqui , mais que todos sabem, situação essa que tem que ser corrigida a partir de uma grade curricular diferenciada para a zona rural que venha atender as suas necessidades locais e anseios da comunidade, pois desenvolvimento econômico,  também se faz com uma boa educação ajustada a realidade local.

Na PRODUÇÃO rural não é diferente, onde se tem uma agricultura de subsistência, já que não se tem nem técnicas e nem tecnologia que não precisa ser necessariamente de ponta, mais que seja pelo menos mais avançada, pois do jeito que está não se consegue nem abastecer o mercado interno, quanto mais exportar, conseqüentemente deixa a nossa economia cada vez mais decadente, a exemplo disso, nós temos a situação do nosso arroz que depois da estrada aberta, ninguém conseguiu mais concorrer com os preços, do arroz de fora e por isso hoje ninguém quer plantar arroz  em Tarauacá.

      Se a gestão pública buscar resolver esse pilar da economia, já teremos meio caminho andado para o pleno desenvolvimento econômico e social, pois a o setor primário é a base de tudo dentro do setor econômico, principalmente em nosso município que tem um grande potencial para agricultura e que pode ser desenvolvida.

segunda-feira, 12 de maio de 2025

TK CITY: AO PASSO DO JABUTI CAMINHA A NOSSA ECONOMIA !


Com uma economia fortemente alicerçada no funcionalismo público, aposentadoria, bolsa família e outros programas sociais, Tarauacá , como a maioria dos municípios acreano sofrem a muitos anos, por falta de uma política desenvolvimentista agressiva puxada pelas gestões publica, a partir de políticas públicas direcionadas para o setor produtivo, principalmente no setor primário e secundário ( Agro indústria e extrativistas) e a criação de uma infra estrutura que estabeleça as condições necessárias para o surgimento de uma iniciativa privada forte em nosso município que leve a geração dos empregos necessários para aquele contingente de desempregados que todos os dias bate a porta da Secretaria de Assistência Social em busca de uma vaga de emprego que nada pode fazer, a não ser lamentar, sem falar dos 300 alunos que saem todos os anos do ensino médio das três unidades de ensino( IFAC, Djalma e João Ribeiro) engrossando ainda mais esse exército de aproximadamente 4.000 por baixo de desempregados que é constantemente alimentado pelo êxodo rural de famílias inteiras que durante todos anos buscam melhoria para suas vidas em um mercado de trabalho inexistente na sede do nosso município .

Mas nada está perdido, desde quando o nosso gestor atual que inicia uma gestão que tem um plano de governo onde se não está incluso a questão econômica, que se faça agora e entre para a história, não só do município, mas sim do estado ou talvez quem sabe do Brasil como o primeiro prefeito com pensamento de presidente, porque na pratica o palco econômico que ocorre as Inter relações de trabalho, capital, renda, poupança, consumo e investimentos que são os fatores econômicos que leva ao desenvolvimento econômico e social de uma nação se dar nos municípios e não nas capitais estaduais e muito menos na capital nacional.

Economista Professor Edson Menezes.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

EDUCADOR: UM ELEFANTE QUE NÃO CONHECE A FORÇA QUE TEM


Estamos presentes nos guetos, nas favelas, nas barrancas dos rios amazônicos , nos centros da floresta amazônica, nos sertões nordestinos, nas escolas burguesas das grandes cidades, nas escolas das periferias, nas faculdades, nos institutos de pesquisas; do infantil, passando pelas séries iniciais, ensino fundamental e médio até as faculdades, mas não existe nem vestígio da sua presença no Congresso Nacional, onde se decide tudo para todos, desde o nosso piso salarial até o sistema que deveremos estar submetidos para favorecer um grupo seleto que dita as regras do jogo para essa massa de manobra chamado de povo, nem nas Assembléias Legislativas e muito menos nas Câmaras Municipais para dizer: - ESTOU AQUI!

Das nossas mãos sai o médico, o advogado, o juiz, o engenheiro e todas outras profissões, que ganharão três, quatro, cinco vezes mais que o PROFESSOR e que chegarão em postos políticos onde muitas das vezes usarão toda a sua força e influência para oprimir e subjugar, sem pena e sem dó aqueles que um dia lhes deram vida. E POR QUE TUDO ISSO ACONTECE?

Tudo muito simples... Somos um segmento da sociedade sem ter o que seguir, pois a nossa essência termina na falta de alinhamento nos princípios básicos de solidariedade por egoísmo próprio que nos reduz em seres fracos, incapazes de vencer qualquer LUTA SOCIAL.

E O QUE DEVEMOS FAZER? Tudo começa pequeno! E onde está o pequeno? Na sua consciência, na sua LUTA DE CLASSE.

Não basta está em uma sala de aula. Primeiro desenvolva o seu senso crítico, pois alguns dos seus alunos serão educadores no futuro, lhe substituirá e levará para a sua vida o que você der a ELE.

SE VOCÊ NÃO TEM NADA, NADA O DARÁ...

Cadê os Grêmios estudantis? A participação dos estudantes nas organizações estaduais e nacionais incentivados e assessorados por você, EDUCADOR? E a sua própria participação na sua organização de CLASSE DE LUTA, ou seja, no seu SINDICATO, como exemplo para os seus alunos?

Como disse: aquele que NADA TEM, NADA DARÁ...

Agindo assim, seremos fortes o suficiente para mudar a nossa história e salvar o Brasil das mãos dessa minoria, tendo os nossos representantes da EDUCAÇÃO, desde as Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas e principalmente no Congresso Nacional, onde se decide tudo para todos. Mas para isso, não basta ser apenas educador, e sim um participante ativo da sua base organizada de LUTA, tendo como a maior importância a sua participação nos movimentos organizados de base da categoria, dentre eles, os Sindicatos e Federações e por que não, a construção de uma SIGLA PARTIDARIA no futuro como um GUARDA-CHUVA POLITICO dos SINDICATOS, onde nos dará mais poder nas três esferas de governo: MUNICIPAL, ESTADUAL E NACIONAL, no que concerne a fazer JUSTIÇA SOCIAL.

COMO DIZ A BIBLIA: MUITOS SERÃO CHAMADOS, MAIS POUCOS SERÃO ESCOLHIDOS.

NO NOSSO CASO: TODOS ESTÃO SENDO CHAMADOS, MAIS POUCOS VIRÃO.

Vamos mudar essa história... se quisermos ser respeitados...

Escrito pelo Economista Professor ÉDSON

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

NOVOS TEMPOS... NOVOS DIAS PARA A ECONOMIA TARAUACAENSE NESSA GESTÃO.


Nesse momento a nossa população em estase, espera ansiosa uma arrancada no desenvolvimento econômico do nosso município que poderá vir a ser uma referencia para todo o estado. Pensamento esse que eu comungo, pois como alguém que contribuiu na construção desse projeto político, não tenho dúvidas disso, onde todos nós que fizemos parte desse projeto se coloca a disposição da gestão, creio eu.

Porém no sentido de deixar toda nossa população bem informada, a nossa redação, do Blog Boca de Fogo do Triangulo pede ao responsável da pasta econômica, ou seja, da Secretaria de Desenvolvimento econômico e social ou afim, já que não temos essa secretaria no organograma, para fazer alguns esclarecimentos sobre as políticas públicas direcionadas para o setor econômico que serão desenvolvidas a partir do plano de governo elaborado em campanha para os 4 anos, com isso não queremos cobrar resultados e sim fazer uma abordagem no que vai acontecer daqui pra frente com referência: ao aumento da renda per capita das pessoas; a geração de empregos para a juventude que sai em números de 300 estudantes por ano do ensino médio para o mercado de trabalho, juntado a isso mais 3.000 fora do mercado de trabalho, resultado do acumulo dos últimos 10 anos; aumentar o crescimento do PIB do Município; o desenvolvimento do setor primário como forma estratégica para o surgimento das pequenas agro industrias e fornecimento de matéria prima para as mesmas; o aumento das exportações e a implantação do ecoturismo e ético turismo como uma forma de entrar dinheiro novo na economia e potencializar uma maior arrecadação de impostos e taxas, fonte de recursos necessária para a gestão pública.

Assim esperamos...

EITAAA! AGORA VAIII... RETOMADA DOS TRABALHOS DA TEA



EITAAA! AGORA VAIII... 

RETOMADA DOS TRABALHOS DA TEA

No bairro do Triangulo

O desenvolvimento da parte empírica da Teoria do Enriquecimento Acelerado (TEA) na visão macroeconômica, tendo o bairro do Triangulo como protótipo teve o seu curso paralisado devido a proibição por lei eleitoral por eu ser candidato a vereador nas eleições municipais de 2024.

Retomando os trabalhos da experiencia após encerrados todo processo eleitoral e iniciado a nova gestão municipal, se voltamos a prosseguir a experiencia a partir de onde foi deixada, ou seja, o registro do Estatuto da ARBT (Associação dos Residentes do Bairro do Triangulo) em cartório e em seguida a tirada do CNPJ para depois tornar essa Associação legal perante a lei, onde ela terá Status de País quando se tratar de políticas monetárias e fiscais ; e com Status de prefeitura quando se tratar de políticas administrativas de acordo com o Art. 4º do Estatuto da ARBT que credenciará a implantação de uma MOEDA SOCIAL, dinheiro esse que só valerá no bairro e impulsionará o desenvolvimento econômico e social do mesmo, dando a possibilidades da criação de outros agentes econômicos , como : Banco Comunitário, uma Bolsa de valores e cooperativas de credito que abrirá um grande fluxos de capitais com taxas de juros para investimentos menores do que os bancos oficiais por ser um dinheiro proveniente da poupança coletiva local que não estarão submetidas a taxa Selic, por ser um capital não pertencente aos banqueiros nacionais e internacionais.

Seguiremos informando todo o processo da implantação da TEA na visão macroeconômica no protótipo do bairro do Triangulo aos nossos leitores interessados.

Nesse momento já temos a sede da ARBT para ser inaugurada e o Estatuto pronto e assinado por um advogado que será dado entrada para o registro em cartório aPriore.

Após ser comprovada a sua eficaz, será disponibilizada para todos os municípios brasileiros que se interessarem pelo Plano de Desenvolvimento Econômico e Social Acelerado para Municípios -PLANDESAM